Diálogos em Profundidade: Risco Climático e TCFD numa Perspectiva Técnica para Conselhos

As mudanças do clima oferecem diferentes riscos – mas também oportunidades – para as organizações. Tendo isso em vista, é essencial promover diálogos entre as lideranças executivas, de forma a fomentar um intercâmbio de informações técnicas e de soluções em conjunto para questões que envolvem, principalmente, os riscos climáticos, além de demandas do Task-Force on Climate Related Financial Disclosure (TCFD).

No dia 09 de junho, a WayCarbon organizou o evento “Diálogos em Profundidade: Risco Climático e TCFD numa Perspectiva Técnica para Conselhos”, um encontro virtual estruturado no formato de ‘petit comité’ para conselheiros convidados. A agenda contou com apresentações iniciais dos nossos especialistas – Dra. Melina Amoni, gerente de Risco Climático e Adaptação na WayCarbon, MsC. Henrique Pereira, sócio-fundador e diretor de Consultoria na WaYCarbon, Dra. Carla Leal, diretora de Growth na WayCarbon, e Dr. Felipe Bittencourt, sócio-fundador e CEO na WayCarbon – sobre TCFD, riscos de transição e riscos físicos aos quais as empresas estão submetidas.

Análise de riscos climáticos e a resiliência das empresas

A mudança do clima não é um problema do futuro. A sociedade já vivência e sofre com seus efeitos diariamente. Por isso, na última década, a preocupação com os eventos climáticos extremos e as suas consequências alcançaram um lugar de destaque na lista de riscos levantadas pelo Fórum Econômico Mundial em relatório publicado em 2020. Os impactos trazidos por esses eventos são relevantes sobretudo para empresas, uma vez que influenciam diretamente as atividades sociais e econômicas em nível global. Estima-se – neste mesmo relatório – que as perdas econômicas associadas a desastres naturais totalizaram 165 bilhões de dólares em todo o mundo, no ano de 2018.

Esforços de descarbonização já estão sendo implementados por milhares de companhias, porém, a realidade é que o efeito desses esforços será a redução paulatina do acúmulo de gases de efeito estufa, assim, a sociedade precisa preparar-se para conviver com os efeitos da mudança do clima – dentre eles riscos físicos – uma vez que os 2 graus de aquecimento não são improváveis. Por isso, focar nos esforços de mitigação das emissões é fundamental, porém, não pode ser a única medida para garantir a longevidade das empresas. É essencial que os negócios que ambicionam se adaptar da melhor forma possível à realidade climática presente e futura entendam os riscos que correm, sejam eles diretos ou em indiretos – em suas cadeias de valor-, e criem planos eficientes de resiliência frente a esse cenário.

Essa é uma das principais fronteiras de conhecimento que os conselheiros devem levar para as discussões das empresas onde atuam. A maioria das empresas ainda não consegue traduzir o risco climático sob uma perspectiva financeira, buscando criar planejamentos adequados para lidar com esse contexto e visando a integração desse tipo de risco na estratégia corporativa.

Tendo isso em mente, discussões sobre TCFD, Riscos de Transição e Riscos Físicos, como a promovida pelo evento “Risco Climático e TCFD numa Perspectiva Técnica para Conselhos”, são essenciais para C-levels e conselheiros de grandes companhias, que vêm sendo cada vez mais demandadas pelo mercado financeiro como um todo – seja pelo mercado de capitais, pelos investidores ou por instituições financeiras – se tornando ponto chave para a resiliência corporativa nesta década.

Para conhecer mais sobre a atuação da WayCarbon na área de Risco Climático e TCFD, acesse o nosso White Paper clicando aqui.

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